Vereadora Lourdes Sprenger (Mandatos 2013-2016 e 2018-2020)

2ª Vice-Presidente Câmara Municipal P.Alegre e Procuradora Especial da Mulher. Contadora, Auditora. Presidente das Frentes “P.Alegre Sem Maus-Tratos aos Animais” e “P.Alegre Por Um Novo Pacto Federativo”. Deputada Federal Sup. 2015/18. Liderou Movimento "Carroças? Tem Solução! Inclusão Social Sem Sofrimento Animal"
Mostrando postagens com marcador Biodiversidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Biodiversidade. Mostrar todas as postagens

22 junho 2022

Palestras e debates de pesquisadores ambientais na Cosmam

Em entrevista à TV Câmara e na condição de vice-presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara (Cosmam), destaquei a retomada da pauta ambiental, com a presença de especialistas em pesquisa sobre o meio ambiente. Na reunião virtual foram debatidos vários temas de interesse da população, como manejo adequado do solo, banhados, fauna e flora, e preservação da natureza.

Foi destacada a importância das instituições de pesquisa para o desenvolvimento econômico e do movimento ecológico. E que é preciso estarmos atentos às questões das doenças em decorrência da poluição e dos riscos de contaminação da água. Ressaltei que as explanações dos especialistas da área ambiental servem de subsídios aos vereadores para avalição e votação de projetos que envolvam o meio ambiente e que sejam de interesse da sociedade.


21 junho 2022

Pesquisa como salvaguarda da biodiversidade

Como vice-presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara (Cosmam), propus a pauta “Importância das instituições de pesquisa para salvaguarda da biodiversidade e dos processos ecológicos”. Durante a reunião virtual da Cosmam, destaquei que esta pauta não se esgota devido a muitos temas específicos a serem considerados na defesa do ambiente natural e da sustentabilidade.

A Chefe da Divisão de Pesquisa- DeBio /SEMA- RS, bióloga e pesquisadora Patrícia Witt, disse que os órgãos ambientais são fundamentais para promoção da pesquisa cientifica, determinação de espaços territoriais protegidos, áreas de preservação ambiental para manter o patrimônio genético da fauna e flora e que há 23 unidades de conservação no estado, grupo de proteção integrado (áreas mais restritivas) e de uso sustentável (com a coexistência das pessoas mas em áreas protegidas).

O professor e pesquisador da Unisinos, Uwe Hosrt Schulz, falou que desde 2010 metade da população global vive em cidades e que em 2050 aproximadamente 70% das pessoas estarão em perímetro urbano. Alertou para o abastecimento de água, produção de energia e de alimentos, que dependem dos solos e da previsibilidade climática. E que o papel da universidade é formar pensamento científico como ferramentas de análise das situações que possibilitem a reação técnica adequada para o enfrentamento de problemas e busca de soluções.

Professora da UERGS, Saionara Salomoni ressaltou os impactos da industrialização, população e das cidades que se concentram em volta dos rios, comprometendo a qualidade da água que é captada para consumo de humanos e animais. Falou que as gestões municipais devem investir na revitalização de rios e nascentes e sugeriu programa de pagamento por serviços ambientais, para que agricultores, por exemplo, ganhem uma quantia como forma de incentivo para preservar e garantir a qualidade da água no futuro. E defendeu o planejamento e análise permanente das bacias hidrográficas.

Mauro Moura, ex-secretário do Meio Ambiente e diretor técnico da Fepam, ressaltou que junto à pesquisa devem ser feitas ações de preservação. Disse que falta divulgação da imprensa sobre agentes poluentes, condições climáticas e meio ambiente. Falou que a população urbana do planeta será de 2 bilhões e meio daqui a 50 anos e que as prefeituras deveriam rever a parte legal de licenciamentos nas regiões invadidas, para evitar catástrofes, como aconteceu recentemente nas cidades de Recife (PE) e Petrópolis (RJ), que não deveriam ter moradores em locais de inclinação. Segundo o gestor, houve ocupação ilegal e as prefeituras sabiam e não tomaram as devidas providências.

A vice-presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Simone Azambuja, falou da preocupação dos ambientalistas em relação à gestão ambiental e as unidades de conservação, questões de microclima, qualidade do ar e da água, resíduos sólidos e unidades de triagem. Entende que deveria ter mais arborização na cidade e ressaltou a área rural da Capital que dispõe de grande biodiversidade. Espera que os debates da Cosmam possam trazer aumento da educação ambiental em Porto Alegre assim como o papel das mídias socias, canais de tv e rádio, com olhar mais voltado para a questão ambiental, maior popularidade sobre gestão pública e melhoria dos serviços.

Assista na íntegra, acessando:


05 junho 2020

5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente

Biodiversidade. 
A Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 1972, estabeleceu o dia 5 de junho como Dia Mundial do Meio Ambiente, data que tem como objetivo sensibilizar a população quanto a importância da preservação ambiental. 
“Biodiversidade” foi a palavra-chave do tema definido pela ONU para o ano de 2020.
Faça a sua parte!