Ano passado acompanhei de perto a tentativa de despejo das mascotes dos Correios da Av. Sertório.
Pretinha e Branquinha, como foram batizadas, eram cuidadas por funcionários do estabelecimento, que às mantinham em boas condições de saúde.
As mascotes se enquadram em lei estadual de 2019, que dispõe sobre os chamados “animais comunitários”, que, de acordo com o documento, estabelecem com a comunidade em que vivem laços de dependência e de manutenção, ainda que não possuam responsável único e definido.
O caso está sendo defendido pelo advogado Rogério Rammé, que está lutando para combater tamanha injustiça. É inaceitável tentar retirar a Pretinha e a Branquinha após 10 anos com colaboradores do local.
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